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Hoje tem Sarau da Floriano. Poesia, música ao vivo e ceverja gelada recebendo a brisa do lago da Praça Floriano Peixoto.
Tem também Cervejaria Bon Appetit. Hamilton Silva esquina com a Mendonça Furtado.
Lá na Beira Rio, a pedida é o Coquinho Cubano, do Pedro Carmona. Cerveja gelada, música ao vivo e o Amazonas. Combinação perfeita.
Amanhã, sábado, tem Devoradores de Vinil. Levem seus bolachões pra Praça Floriano Peixoto pra curtir o chiadinho.
Um grande abraço ao meu caro amigo Fernando França que fez aniversário ontem dia 18. Pensou que eu não sabia? Estás devendo a gelada! Um beijo e parabéns.
Escrito por Patrícia Andrade às 18h08
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uma imagem, um som
Este ar bucólico veio da Comunidade de Ambé, onde estive ontem participando de uma Sessão Itinerante da Câmara Municipal de Macapá.

Foto: Patrícia Andrade
Enquanto Houver Sol
Sérgio Britto
Quando não houver saída Quando não houver mais solução Ainda há de haver saída Nenhuma idéia vale uma vida
Quando não houver esperança Quando não restar nem ilusão Ainda há de haver esperança Em cada um de nós, algo de uma criança
Enquanto houver sol, enquanto houver sol Ainda haverá Quando não houver caminho Mesmo sem amor, sem direção A sós ninguém está sozinho É caminhando que se faz o caminho
Quando não houver desejo Quando não restar nem mesmo dor Ainda há de haver desejo Em cada um de nós, aonde Deus colocou
Escrito por Patrícia Andrade às 17h33
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Titãs
Quem gosta dos Titãs vai ficar feliz com a notícia. A banda estará aqui em Macapá. O ruim é que o show será na Choperia da Lagoa. Mas está valendo.
Desordem
Titãs
Os presos fogem do presídio Imagens na televisão Mais uma briga de torcidas Termina tudo em confusão A multidão enfurecida Queimou os carros da polícia Quando estão fora de controle Não são as regras exceção Não é tentar o suicídio Querer andar na contramão
Quem quer, (quem quer), manter a ordem? Quem quer, (quem quer), criar desordem?
Não sei se existe uma justiça Nem quando é pelas próprias mãos Nas invasões, nos linchamentos Como não ver contradição? Não sei se tudo vai arder Igual a um líquido inflamável O que mais pode acontecer Neste país, rico e no entanto miserável Em que pese isto sempre há, graças a Deus Quem acredite no futuro
Escrito por Patrícia Andrade às 17h03
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Pixinguinha
Pinxiguinha:última etapa acontece na terça-feira em Macapá Levando a pluralidade da música brasileira aos quatro cantos do país por três anos, Chico Aafa, Luiz Gayotto e Qu4tro a Zero abrem última edição do Projeto em Macapá, no dia 23 de maio
Na terça-feira, 23 de maio, o Projeto Pixinguinha traz ao Teatro das Bacabeiras, em show às 20 horas, a caravana que dá início aos shows do Pixinguinha na segunda quinzena de maio, mês em que se encerra o Projeto em 2006, reunindo o músico piauiense radicado em Goiás Chico Aafa, o cantor e compositor catarinense Luiz Gayotto e o grupo instrumental paulista Qu4tro a Zero e, acompanhados por Alfredo Bello (baixo, sampler e teclado), Evandro Gracelli (guitarra e voz), Felipe Valoz (violão) e Nina Blauth (percussão e voz). Na direção, o mineiro Adyr Assumpção, voltando ao projeto após participar dos shows inaugurais da retomada em 2004, duas caravanas em 2005 e outra no mês passado. Diretor e ator mineiro com extenso currículo, Adyr é um entusiasta do projeto, que define como um importante instrumento de circulação e divulgação da diversidade musical brasileira. Cesar de Ramires assina o desenho da luz. Músico, cantor e compositor nascido em Teresina - PI, Chico Aafa foi para Goiás ainda criança. Estudou teoria musical no Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás e começou sua carreira fazendo shows em casas noturnas, teatros e clubes da cidade e de todo o Estado e, participando ainda, de programas televisivos locais, regionais e nacionais como o Som Brasil, da Rede Globo, e Empório Brasil, do SBT.
Em 2004 lançou o CD Cantada, em parceria com o violonista Felipe Valoz, interpretando 12 canções do compositor e cantor Elomar, com quem divide alguns shows. Esta parceria está registrada no disco Cantoria II (1986), ao lado de Xangai, Geraldo Azevedo e Vital Farias. Nascido em Florianópolis, Luiz Gayotto é compositor, cantor, violonista e percussionista. Formado em música popular pela UNICAMP, é idealizador do projeto Catarse, que anualmente agrega músicos e artistas em geral para um espetáculo coletivo, cuja última edição ocorreu em abril de 2004 no Sesc Pompéia em SP. Em 1997, lançou seu primeiro CD, O Catarina, pela gravadora Dabliú, com composições próprias como Vaidade e O Teu Poder. Em 2000 viria o segundo cd, Viver e o Amor na Cidade Grande, também pela Dabliú. Dois anos depois, foi a vez de Umdoumdoum, gravado ao vivo com os compositores Kléber Albuquerque, Madan e Élio Camalle. Neste mesmo ano, participou da criação do Makumbacyber, um grupo musical/performático que une batuque, teatro, cantos de terreiro e música eletrônica. Fragmentos de Música Livre e Espontânea (MCD World Music/2005) é o seu terceiro e mais recente CD solo. Com influência dos ritmos brasileiros, música eletrônica, da passagem pelo Grupo Barbatuques (percussão corporal) e da música indígena (participou dos projetos IHU, de Marlui Miranda), Luiz Gayotto experimenta novas sonoridades. Mais informações em www.luizgayotto.com.br. O grupo Qu4tro a Zero é formado por Daniel Muller (piano acústico e elétrico, escaleta e acordeom), Danilo Penteado (baixo elétrico e cavaquinho), Eduardo Lobo (guitarra, violão de 7 cordas e bandolim) e Lucas da Rosa (bateria e percussão) - músicos do curso de graduação em música popular da UNICAMP, que resolveram unir histórias diferentes numa afinidade comum: o choro. Influenciados pelo histórico Sexteto de Radamés que na década de 50 já contava com guitarra, piano e baixo e bateria em sua formação, o Qu4tro a Zero traz juventude e bom-humor refletidos na releitura dos clássicos que interpretam, em que priorizam o aspecto lúdico presente no choro desde os seus primórdios. No repertório, clássicos como O Gato e o Canário, polca de Pixinguinha e Benedito Lacerda; Um Baile em Catumby, maxixe de Eduardo Souto, e Conta Outra, composição inspirada de Danilo Penteado. Há ainda Bolacha Queimada, de Radamés Gnattali, expandida do original para piano solo, Sarau para Radamés, de Paulinho da Viola, relida num arranjo cheio de surpresas, e Choro Infinito, composição de Eduardo Lobo que transita por diferentes texturas. Veja mais em www.quatroazero.com.br.
Escrito por Patrícia Andrade às 16h59
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navegando
de Aroldo Pedrosa
O projeto Navegar Amazônia, desde a sua primeira viagem ao município paraense de Afuá, em 5 de setembro de 2005 (Dia Nacional da Amazônia), vem recebendo as atenções da mídia.
Antes mesmo da viagem inaugural, o jornal Vanguarda Cultural publicou a matéria “Navegar é preciso”, partindo da origem à nova fase do projeto, veiculada também, pouco tempo depois, no Portal do Ministério da Cultura (MinC).
A Folha do Amapá e a revista RAIZ – esta especializada em cultura e de circulação nacional – enviaram os jornalistas Fernando França e TT Catalão para cobrir os acontecimentos da primeira viagem. A bordo do Navegar Amazônia estava o secretário de Programas e Projetos Culturais do MinC, Célio Turino. A Folha destacou “Navegar põe a Amazônia na rede”, e a RAIZ, em seu número de estréia, “Navegar Amazônia – um Ponto de Cultura Flutuante”.
Na última expedição, que ocorreu em março e durou aproximadamente 20 dias, o Navegar Amazônia esteve em Belém e depois Abaetetuba, no Pará. Como convidados, os artistas Jorge Mautner, Nelson Jacobina e Zé Miguel; o cineasta Evaldo Mocarzel e o fotógrafo e artista plástico Dario Chiaverini. O objetivo da expedição, além de levar a tecnologia digital aos ribeirinhos, mapear e identificar os lugares visitados como Pontos de Cultura, foi, sobretudo, o de estabelecer uma troca de conhecimentos com os moradores locais através de oficinas de música, cinema e história da arte. E a imprensa paraense, atraída pelo acontecimento, quando da passagem do barco por Belém, rendeu-se ao projeto. Durante o período, os principais jornais e tevês deram destaque ao Navegar Amazônia. Só em O Liberal – jornal de maior circulação da região –, pelo menos seis matérias trataram do Ponto de Cultura Itinerante-Fluvial, entre elas “Projeto identifica cultura dos ribeirinhos” e “Um grito contra o retrocesso na Amazônia”, ocupando página inteira no caderno Cartaz. A TV Liberal, com os seus programas jornalísticos e culturais, também fez cobertura, enviando a Abaetetuba uma equipe do programa É do Pará!, que produziu pequeno documentário sobre as oficinas, exibido recentemente na Globo News. O Amazônia Hoje e o Diário do Pará deram enfoque para o show no Memorial dos Povos Indígenas do Complexo Turístico Ver-o-Rio, que reuniu os artistas convidados ao lado de Mestre Verequete – patrimônio da cultura paraense. No Sem Censura, da TV Cultura, o cineasta Jorge Bodanzky, que junto com Beto Lacerda coordena o projeto, concedeu entrevista falando do pioneirismo e das ações do Navegar Amazônia. O Cultura Pai D‘égua, da mesma TV, gravou com as estrelas da música. Jorge Mautner e Nelson Jacobina deram entrevista, tocaram e cantaram na Estação das Docas para o programa, tendo como cenário “o barco da poesia concretizada”.
Em Abaetetuba a cena se repetiu com a imprensa local, que fez do Navegar Amazônia uma atração cultural para os moradores do município.
O barco foi até a comunidade quilombola de Tauerá-açu, a cerca de duas horas de Abaetetuba. A bordo, a jornalista Ana Paula Sousa, da revista CartaCapital. “Já são tantas as histórias guardadas no convés que, entre a quarta-feira 5 e 9 de abril, o Navegar Amazônia será uma das vedetes do evento que leva o nome de Teia – a Rede de Cultura do Brasil e que reunirá, no prédio da Bienal, em São Paulo, culturas e artes de brasis que o Brasil desconhece.”, escreveu Ana Paula em “A arte avança rio adentro”, matéria especial que ocupou três páginas da mais importante e controvertida revista semanal do país.
É o Navegar Amazônia, um projeto genuinamente amapaense enchendo os olhos da mídia do Brasil.
Escrito por Patrícia Andrade às 16h54
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